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    quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

    alma maldosa



    Sou uma alma maldosa
    perdida no vago tempo
    discursos entorpecentes
    carrego no meu peito.

    Dotada de quentes artimanhas
    minha boca aguçada
    fulmina ácidas palavras,
    gosto de ver a paz ameaçada.

    Represento a força perversa,
    claramente, luto contra o bem,
    no meu canto pecado é virtude
    humano...meu preferido refém.

    Amo esta arte obscura 
    abraço-a temendo nada
    dentro de mim ela perdura
    aos poucos conquisto mais discípulos.

    Tenho o dom de enganar
    escondo-o nas minhas escamas
    odeio tanto ver-te alegre
    calúnia e terror são meus diademas.

    Serei sempre espinhosa
    glorifico meu mestre LEVIATÃ,
    doce... é ser tortuosa
    estive com Eva diante da maçã.



    Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=290442 © Luso-Poemas

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